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Hoje vou postar um texto lindo de uma amiga querida.

“Estou afogando em tristeza e olha que “bizarro”: não
cai nenhuma lágrima. Pode alguém se afogar no deserto? Deserto de
amigos, deserto de namoro, deserto de família, deserto de emprego,
deserto no caixa eletrônico (pode? tsunami de areia na inteligência
artifical! passou um tufo e encobriu meu dinheiro!) deserto de
desgosto e quem sabe, deserto de areia…

Não é ter tudo e se sentir só…é ter um monte… de areia… e nada
mais. É ter nada e nem pensar em acreditar que um dia “tão tão
distante” terei tudo. É ter que aceitar que o que me acompanha é só
areia…um monte…de areia. E talvez até tenha alguns cactus no
caminho e que (muitas vezes por miragem) acredito ser a silhueta de
alguém familiar. Mas não passa de uma pequena estação de água e que
assim como o vento, vai passar. E a areia irá cobrir tudo e
infelizmente será como se não houvesse existido. Muito pior! Será
lembrança. E tem algo que dói mais?! Areia. Areia dói pra
caramba…mas nesse momento é a única coisa em que posso pegar e
sentir perto de mim. Dói, mas é o que tenho….é o que posso ter…é
o que terei até o fim dos meus dias. Não importa quantos ou quais
silhuetas de cactus apareçam em meu caminho…sempre vão me fazer
acreditar que há a possibilidade de um oásis…mas a areia trata de
encobrir essa “desverdade”!”

Nayana

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