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Um dia fresco qualquer, de sol minguando entre as nuvens ou lua latejando entre estrelas, um banco de praça talvez e alguém pra conversar por horas. Assunto algum, quanto tempo fosse, apenas no duplo desejo de praticar um bom diálogo, na liberdade da fala e comprometimento do papel de bom ouvinte. Sem celulares apitando notificações, sem a pressa de compromissos, na alforria do tedioso esforço de querer parecer culto e sem segundas intenções.

Apenas uma troca. Um interessado no que o outro diz. “Ei, quem é você por trás de tudo?” Por trás de tudo somos tanta coisa… Por trás de tudo: somos.

Essa conversa situada nesse espaço entre Domingos está aí, conjurando por ser feita. No espaço vago da carência humana. Um dia, quem sabe, as barreiras baixem guarda e deem tréguas. E assim, essa conversa ganhe os lábios e sensibilize as almas, aposentando os medos, defesas e encenações. E os seres sejam livres, na nudez mágica da imperfeição de ser.

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